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""Eu vivo em carne viva, por isso procuro tanto dar pele grossa a meus personagens. Só que não agüento e faço-os chorar à toa.(...) Ser cotidiano é um vício. O que é que eu sou? sou um pensamento. Tenho em mim o sopro? tenho? mas quem é esse que tem? quem é que fala por mim? tenho um corpo e um espírito? eu sou um eu? "É exatamente isto, você é um eu", responde-me o mundo terrivelmente. E fico horrorizado"". ("Um Sopro de Vida" , Clarisce Lispector)

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Apresentação PEROÁS E CARAMURÚS no Festival : 13/10/2010

VI Festival de Teatro tem início com peça ao ar livre na Praça Costa Pereira

Carlos Antolini
Diversas pessoas na Praça Costa Pereira assistindo peça de teatro
A Praça Costa Pereira parou para assistir ao espetáculo, que retrata uma história tradicional de Vitória
Peça de teatro sendo encenada da Praça Costa Pereira
A peça conta a rivalidade entre as irmandades de São Benedito do Rosário, os Peroás; e São Benedito do Convento de São Francisco, os Caramurus
Um santo e duas congregações religiosas. Peroás e Caramurus – Uma Saga da Ilha, de autoria dos dramaturgos capixabas Saulo Ribeiro e Nieve Matos, utiliza o teatro de rua e diversas vertentes estéticas para contar de forma lúdica um fato histórico ocorrido em Vitória.
A peça abriu as atividades do VI Festival Nacional de Teatro Cidade de Vitória na Praça Costa Pereira às 12h. O Festival começou nesta segunda (13) e se estende até o dia 24, com programação gratuita em teatros e espaços alternativos da Capital. São 32 espetáculos para assistir num total de 43 apresentações.
Peroás e Caramurus
A peça conta como surgiram as irmandades de “São Benedito do Rosário”, vulgo Peroás; e “São Benedito do Convento de São Francisco”, os Caramurus. Tudo por causa do roubo da imagem de São Benedito que, por causa da chuva, não pôde sair na procissão.
Para a diretora da peça, Nieve matos, abrir o VI Festival Nacional de Teatro Cidade de Vitória é motivo de orgulho. Ela também salienta a importância do evento para o teatro capixaba. “Nós temos a necessidade de ver espetáculos de outros lugares. É um aprendizado em termos de linguagem cênica”, diz.
O funcionário público Leonardo Viza, 24 anos, gostou de ver uma peça de teatro na rua sendo a primeira do Festival. “Valorizar o teatro na rua e, principalmente, os espetáculos locais é sempre positivo”, destaca. A empresária Naiara Roncarati, 30 anos, foi à Praça Costa Pereira só para assistir à peça. “É interessante oferecer esse tipo de atividade teatral tão acessível, acho importante para a divulgação das peças locais e para a formação de público também”, sublinha.
O secretário de Cultura de Vitória, Alcione Pinheiro, convidou as pessoas para acompanharem a programação do Festival ao longo dos 11 dias de atividade. E lembrou que a programação também é feita de atividades formativas, como as palestras e oficinas. “O Festival de Teatro é um espaço de construção e consolidação das artes cênicas em Vitória”.
Matéria da página da Prefeitura de Vitória : http://www.vitoria.es.gov.br/secom.php?pagina=noticias&idNoticia=4608

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